Tenho percebido como as pessoas estão mais impacientes. Talvez seja a correria, o excesso de informação, as preocupações de cada um… provavelmente um pouco de tudo.
E isso acaba aparecendo nas relações. Respondemos mais rápido, ouvimos menos e nos irritamos com mais facilidade.
Tenho tentado prestar atenção nisso também em mim.
Porque é fácil falar de gentileza quando tudo está bem. Difícil é mantê-la quando alguém nos contraria, quando estamos cansados ou quando temos certeza de que estamos certos.
E ser gentil não significa concordar com tudo ou ficar calada. Dá para discordar, colocar limites e dizer o que pensamos sem transformar toda diferença em confronto.
Talvez esteja faltando um pouco mais de tempo para ouvir. Ouvir até o fim, inclusive aquilo que não gostaríamos de ouvir. Às vezes, quando fazemos isso, percebemos que a conversa era bem diferente do que imaginávamos.
Nem sempre consigo. Mas tenho achado que vale o esforço de não entrar automaticamente nesse ritmo de pressa, impaciência e reação.
Não temos controle sobre a forma como o outro vai falar ou agir.
Mas podemos cuidar da maneira como escolhemos responder.
E, cada vez mais, considero isso uma forma de gentileza também.
Se você chegou até aqui e se interessa pelo tema, acompanhe a W2S em nossos canais de comunicação para não perder nenhum conteúdo sobre inovação, governança e tecnologia. Até a próxima!
